O franco, que deixou de circular no final de fevereiro de 2002, voltou a ser utilizado em dois vilarejos na França.
A iniciativa tem o objetivo de estimular o comércio local, em um momento em que o consumo registra quedas no país devido à alta dos preços, sobretudo dos alimentos.
Mais de seis anos após a entrada em circulação da moeda única européia (o euro), muitos franceses ainda guardam em casa notas de francos, que podem ser trocadas por euros até janeiro de 2012.
Segundo dados do Banco Central da França, ainda existem cerca de 41 milhões de notas de francos, de diferentes valores, que não foram recolhidas.
No entanto, ao contrário das notas, as moedas de franco francês não podem mais ser trocadas e por isso não são aceitas pelos comerciantes. Os clientes que pagam com notas de francos recebem o troco em euros.
Ir às compras
A decisão de voltar a utilizar o franco recebeu sinal verde do Banco Central da França e das câmaras de Comércio e Indústria das duas localidades, como forma de aquecer a economia com as notas antigas que estão guardadas.
Em Bû, vilarejo de 1.800 habitantes na região de L'Eure et L'Oir, ao sudoeste de Paris, a operação deveria durar apenas um mês. Mas, diante do sucesso entre os moradores, a idéia foi prorrogada até agosto, informou a prefeitura da cidade.
Muitos estão aproveitando para pagar restaurantes, cabeleireiros e fazer compras em geral. Os moradores dizem que têm a sensação de gastar sem que isso altere seus orçamentos mensais.
Em Collobrières, na região da Provença, os 1.700 habitantes poderão utilizar o franco francês até o final do ano.
Os comerciantes da cidade afirmam ter ficado surpresos com a quantidade de francos ainda guardados em casa pela população. "Nosso objetivo é estimular as vendas", diz Nathalie Lepelletier, presidente da associação comercial da cidade e proprietária de uma padaria.
Ela afirma já ter recebido mais de 30 mil francos (4,5 mil euros) desde o começo da iniciativa, no final de abril.
No ano passado, o franco também voltou a ser utilizado na cidade de Le Blanc, situada a 330 km de Paris. Os comerciantes receberam 300 mil francos (cerca de 46 mil euros).
O franco foi criado em 1360 e se chamava na época "franco a cavalo". Antes do euro, a última reforma monetária sofrida pela França havia sido em 1958, quando o general Charles de Gaulle cortou dois zeros da moeda, estabelecendo que um franco passaria a valer 100 francos antigos.
Até hoje, muitos franceses fazem cálculos em francos no momento de fazer compras.
Abadia de Saint-Michel, na França, completa 1.300 anos
No dia 1º de maio, completam-se 1.300 anos da fundação do santuário sobre o monte Tombe, na Normandia, norte da França. Fundado em 708, o templo foi sacramentado em 709, quando recebeu o nome de Mont Saint-Michel.
Para celebrar a data, a abadia recebe, ao longo deste ano e no começo do ano que vem, programação de mostras, concertos e colóquios. De maio a setembro, a exposição "Entre Terra e Céu: o Mont Saint-Michel e as Montanhas Sagradas do Mundo" reúne fotos de Jean-Michel Guillaud. De outubro a dezembro, haverá a mostra "Olhares Sobre o Mont Saint-Michel", e, de 29/9 a 3/ 10, um colóquio debate as representações do local e de são Miguel Arcanjo na literatura e nas artes. O calendário está no site da Maison de la France (www.franceguide.com.br).
Ilha
Um dos aspectos que atrai visitantes a Saint-Michel é que, duas vezes ao dia, ele fica cercado pelas águas do rio Couesnon. No entanto, desde 1879, registra-se o depósito de sedimentos -com isso, no lugar da água azul do rio, o morro fica cercado de lama. No ano que vem, será concluída a construção de um sistema que fará a remoção regular desses sedimentos, garantindo que a igreja fique com seu aspecto insular.
MONT SAINT-MICHEL
De 21/5 a 31/10, das 9h às 18h; de 1º/9 a 30/4, das 9h30 às 17h. Ingresso: 8,50 euros
http://mont-saint-michel.monuments-nationaux.fr
França tem 27 restaurantes "três estrelas" segundo o Guia Michelin
Após a promoção do "La Côte Saint-Jacques" em Joigny e do "l'Espérance" em Saint-Père-sous-Vezelay, os dois em Yonne (sudeste de Paris), a França conta, agora, com 27 restaurantes "três estrelas", segundo a edição 2004 do Guia Michelin.
Dez restaurantes três estrelas ficam em Paris:
- "Le Cinq", 8o "arrondissement", distrito (2003)
- "Ledoyen", 8o distrito (2002)
- "Guy Savoy", 17o distrito (2002)
- "Le grand Véfour" (Guy Martin), 1o distrito (2000)
- "Pierre Gagnaire", 8o distrito (1998)
- "Alain Ducasse" (1997, 16o, depois em 2001, 8o)
- "L'Arpège" (Alain Passard), 7o (1996)
- "Lucas Carton" (Alain Senderens), 8o (1986)
- "L'Ambroisie" (Bernard Pacaud), 4o (1988)
- "Taillevent" (Jean-Claude Vrinat), 8o (1973)
Em Mônaco:
- Le Louis XV (2003)
Há outros 16 na província:
- "La Côte Saint-Jacques" em Joigny (Yonne) (2004)
- "L'Espérance" em Saint-Père-sous-Vézelay (Yonne) (2004)
- "Les Loges de l'Aubergade", em Puymerol (Lot-et-Garonne) (2004)
- "L'Arnsbourg" em Untermuhlthal (Moselle) (2002)
- "La Ferme de mon père" (Marc Veyrat) em Megève (Haute-Savoie) (2001)
- "Michel Bras" em Laguiole (Aveyron) (1999)
- "Le Jardin des Sens" (Les frères Pourcel) em Montpellier (1998)
- "L'Auberge de l'Eridan" (Marc Veyrat) em Veyrier-du-Lac (Haute-Savoie) (1995)
- "Le Buerehiesel" (Antoine Westermann) em Estrasburgo (1994)
- "La Côte-d'Or" (Bernard Loiseau) em Saulieu (1991)
- "La Mère Blanc" (Georges Blanc) em Vonnas (Ain) (1981)
- "Lameloise" (Jacques Lameloise) em Chagny (Saône-et Loire) (1979)
- "Les Prés d'Eugénie" (Michel Guérard) em Eugénie-les-Bains (Landes) (1977)
- "Troisgros" (Pierre et Michel Troisgros) em Roanne (Loire) (1968)
- "L'Auberge de l'Ill" (Marc et Paul Haeberlin) em Illhaeusern (Haut-Rhin) 1967)
- "Paul Bocuse" em Collonges-au-Mont-d'Or (Rhône) (1965)
Guia divide Paris por interesses com praticidade
A França é o país mais visitado do mundo. Somente em 2006, acolheu 78 milhões de turistas, de acordo com o instituto francês responsável pelas estatísticas, o Insee. O Museu do Louvre e a Torre Eiffel, na capital Paris, são os locais mais visitados. Mas a cidade guarda outros tesouros e atrações para gente de todos os gostos e idades.
"[Pequeno e completo, o guia é perfeito para conhecer Paris"
O guia "Rough Guide Directions O Melhor de Paris" da Publifolha mostra justamente os passeios que ninguém pode perder na capital francesa, com dicas ilustradas, rápidas e práticas. Também divide a cidade por interesses, indicando passeios para crianças, os melhores museus, as igrejas mais belas, os bistrôs mais charmosos e pontos turísticos para gays e lésbicas, entre outros.
Para quem não está habituado com o sistema de arrondissements que divide a capital francesa, as dicas com base geográfica e recheadas de mapas ajudam a ter um melhor senso de localização e explorar bem os arredores para os que querem simplesmente tentar conhecer tudo. Os arrondissements são como bairros, que seguem o desenvolvimento da cidade em quase anéis, circular e cuja numeração segue em um sentido.
O guia ainda traz dicas de hospedagem, de viagem, índice remissivo, cronologia para compreender melhor a história da capital francesa e um guia com frases e sua respectiva pronúncia em francês. Bon voyage.
"Rough Guide Directions O Melhor de Paris"
Autor: Ruth Blackmore e James McConnachie
Editora: Publifolha
Páginas: 240
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
Conjuntura ideal e receita perfeita dão forma a Paris
A frase já foi atribuída a Oscar Wilde, a Ezra Pound ou mesmo a Ernest Hemingway. "Quando um mau americano morre, ele vai para o inferno. Mas quando morre um bom americano, ele vai para Paris."
A boutade reflete o antigo e assombroso apego que as pessoas ainda hoje sentem pela capital francesa. Não que as pedras de Paris (www.franceguide.com) tenham mais história que as de Roma ou de Jerusalém. Nem que ela seja enfeitada por riquezas como as de Praga ou São Petesburgo.
Mas é simples entender historicamente a atração que Paris exerce. O turismo nasceu na segunda metade do século 19. Era, na época, uma atividade reservada às burguesias oligárquicas com bom lastro cultural e poder aquisitivo maior ainda.
Vista sob o Arco do Triunfo parisiense, que alude às vitórias da França; conjuntura explica atração que cidade exerce
Pois bem: Paris representava, então, a capital cultural da Europa, com seus museus, óperas, galerias e escritores. E já tinha o maior número mundial de estabelecimentos do comércio de luxo: o local para quem procurava cultura e compras.
Some-se a isso o fato de Paris ser belíssima. Não foi por mero acaso. A França sempre foi um país geográfica e politicamente centralizado. Não tinha suas riquezas espalhadas por capitais provinciais como a Espanha, a Alemanha ou a Itália. Quase tudo que há de belo se concentra no eixo Paris-Versalhes.
Além disso, o Estado francês foi invariavelmente forte. Ele tomava decisões de planejamento, sem levar prioritariamente em conta as ambições urbanísticas do mercado.
Foi então que o Estado desenhou a cidade em seus atuais contornos --os grandes bulevares, as praças simétricas e floridas, os grandes parques como Vincennes e Boulogne-- por obra e graça de um prefeito autoritário, o barão Georges Haussmann (1809-1891), homenzarrão de 1,90 m que acabou com as ruelas medievais e estreitas, onde revolucionários de três revoluções daquela época se isolavam por detrás de barricadas e atiravam contra a polícia e o Exército.
Por opção estética ou por contingência (não existia ainda elevador, e os prédios deveriam ter no máximo seis andares), a cidade se uniformizou em seu gabarito e visual. A mão-de-obra barata permitia que as fachadas fossem feitas de pedra esculpida. A grande concessão ao mercado foi a entrega da construção dos edifícios aos bancos, que já tinham como clientela os burgueses que, por sua vez, comprariam seus apartamentos e desfrutariam do conforto de um urbanismo, para a época revolucionário.
Em resumo, Paris foi mais ou menos como um bolo em que os ingredientes chegaram na hora certa e encontraram o forno na temperatura apropriada.
Cidade relativamente pequena, com pouco mais de 2 milhões de habitantes e em forma de um ovo deitado, com 12 km entre seus pontos extremos, Paris é ainda atravessada por um rio, o Sena, via de transporte que no passado a abastecia de alimentos, tecidos, temperos e vinhos. A chegada da estrada de ferro (uma lei de 1841), fez da França uma espécie de rosa-dos-ventos na qual tudo convergia para a capital.
História
Dentro desse privilegiado perímetro histórico e geográfico, dá para entender o palácio do Louvre, descendente de um castelo medieval que abrigava o rei e que ainda no Antigo Regime, antes da Revolução Francesa, de 1789, já abrigava obras de arte que o público poderia visitar. Dá para entender o Quartier Latin (bairro latino, idioma do ensino universitário), em que surgiu há 800 anos a Sorbonne, onde os jesuítas exerceram sua ditatorial ortodoxia. Dá para entender Notre Dame, a catedral que data da mesma época e que recebe 12,5 milhões de turistas ao ano.
Isso tudo tem uma história mais antiga que a Antigüidade. Os primeiros vestígios de presença humana datam de 40 mil anos. Já era uma cidade importante quando Júlio César a conquistou dos gauleses em 52 a.C.
Chamava-se Lutécia. Da época ainda existem as termas de Cluny, na esquina dos bulevares Saint-Germain e Saint-Michel (há ali um lindo museu de arte medieval), ou as arenas desenterradas pelos arqueólogos a alguns quarteirões dali.
Uniformidade
Paris cresceu e se enriqueceu devagarinho. Não houve um período de decadência histórica ou econômica. Isso deu a ela uma certa uniformidade na datação sucessiva de seus monumentos. E, bem mais recentemente, ela não chegou a ser danificada pelas duas últimas guerras mundiais. Suas pedras foram preservadas.
A França é hoje um país bastante rico. E a partir de 1977 a cidade tem um prefeito eleito --antes era administrada pelo governo central--, que canalizou o dinheiro dos impostos para embelezá-la ainda mais, já que não é preciso construir escolas ou suprir necessidades básicas. Os jardins recebem novas plantas floridas três ou quatro vezes entre a primavera e o outono. Não há buraco nas ruas. E uma lei obriga a limpeza das fachadas, com desconto no IPTU do proprietário.
E a torre Eiffel? Construída para a Exposição Universal de 1889, com 325 m de altura, ela não é --pasmem!-- uma unanimidade. Muitos franceses a consideram feia, de mau gosto. Coisa de novo rico. Mas para os turistas ela virou um forte símbolo. Paciência para os que não gostam. O fato é que, ao se andar por Paris, a gente tropeça em dezenas de símbolos. É provável que nenhuma cidade do mundo possa se dar ao luxo de ter tantos símbolos assim.
Veja vocabulário básico em francês para viagem
Faz parte da cultura francesa cumprimentar a família e os amigos com beijos no rosto. O número de beijos varia de dois a quatro. Por exemplo: no sul, costuma-se dar três beijos; na Bretanha, só dois. Em situações mais formais, o cumprimento normal é um aperto de mão.
Os franceses costumam cumprimentar as pessoas colocando monsieur ("senhor"), madame ("senhora") ou mademoiselle (senhorita) antes do sobrenome delas.
As dicas fazem parte do primeiro capítulo do livro "15 Minutos Francês", da Publifolha, que se destina a quem pretende aprender um idioma de forma rápida fácil e eficaz.
O método consiste em exercícios ilustrados divididos em 60 aulas temáticas de 15 minutos cada uma, que devem ser estudadas ao longo de 12 semanas. Atende quem quer começar a aprender um idioma e quem quer apenas reforçar seus conhecimentos.
Além de francês também estão disponíveis livros que ensinam inglês, espanhol e italiano. Nos 2 CDs de áudio que acompanham os livros, o leitor pode acompanhar o texto e aprimorar sua pronúncia ouvindo estrangeiros nativos.
Os livros da série "15 Minutos" abordam situações cotidianas como conhecer pessoas, pedir comida e se locomover, além de temas relacionados a negócios como marcar compromissos e agendar viagens e praticam o vocabulário básico da língua.
Ao final, oferecem um cardápio de termos culinários comuns em cada região e um minidicionário bilíngüe. Além do francês, também estão disponíveis livros que ensinam : alemão, chinês, espanhol, inglês, italiano e japonês.
Acompanhe trechos de alguns capítulos do livro e aprenda a palavras e frases úteis:
Memorize
Bonjour (Bõ _jurr_) - Bom dia
Bonsoir / bonne nuit (Bõssu _árr_ /bón nuí) - Boa tarde / Boa noite
Je m'appelle Jean (Je ma péll _ jan_) - Meu nome é Jean
Enchanté (homem) ou enchantée (mulher) (Anchant _ê_) - Prazer em conhecê-lo(a)
Au revoir (Orrvu _árr_) - Até logo
À bientôt ( Á biant _ ô_) - Até breve
À demain ( Á demã) - Até amanhã
Merci beaucoup ( Merrci bo _cu_) - Muito obrigado(a)
Vouloir - Querer
Nesta aula você vai aprender o tempo presente de um verbo essencial na conversação do dia-a-dia vouloir (querer), assim como uma frase cortês e útil, je voudrais (eu gostaria). Lembre-se de usar esta expressão ao pedir alguma coisa, pois je veux (eu quero) talvez soe um pouco rude.
Pratique estas frases:
je veux (je vê) - eu quero
tu veux (ti vê) - tu queres/você quer(informal)
il/elle veut (ill/ell vê) - ele/ela quer
nous voulons (nu vulõ) - nós queremos
vous voulez (vu vulê) - vós quereis/o(a) senhor(a) quer
ils/elles veulent (ill/ell vele) - eles/elas querem
Tu veux du vin? (Ti vê di vã?) - Você quer vinho? (informal)
Elle veut une nouvelle voiture (Ell vê in nuvéll vuatírr) - Ela quer um carro novo
Nous voulons aller en vacances (Nu vulõzalê ã vacãce) - Nós queremos tirar férias
Dica de linguagem: Em francês, para dizer "um pouco de" coloca-se de antes do substantivo. E o de combina com le, la ou les para produzir du (masculino), de la (feminino) ou des (plural), como em du café, de la confiture e des citrons ("limões"). Se a frase é negativa, use apenas de: Il n'y a pas de café. Do mesmo modo, à combina com le, la ou les para produzir au (masculino), à la (feminino) e aux (plural).
Pedidos formais: Para fazer um pedido formal, usa-se a forma je voudrais (eu gostaria), em vez de je veux (eu quero).
Eu gostaria de uma cerveja, por favor - Je voudrais une bière, s'il vous plaît (Je vudré in biérr, sill vu plé)
Eu gostaria de uma mesa para hoje à noite - Je voudrais une table pour ce soir (Je vudré in tábll purr ce suárr)
Eu gostaria de ver o cardápio - Je voudrais la carte (Je vudré la kárrt)
Le tourisme - Turismo
A maioria dos museus nacionais fecha às terças-feiras e nos feriados. Embora as lojas normalmente fechem aos domingos, nas áreas turísticas muitas delas ficam abertas no fim de semana. Principalmente em regiões rurais, as lojas e os edifícios públicos costumam fechar na hora do almoço.
Memorize:
le guide (le guíd) - guia
l'entrée (lãtrrê) - entrada, bilhete
les heures d'ouverture (lezérr duvérrtirr) - horário de funcionamento
le jour férié (le jurr ferriê) - feriado
l'entrée gratuite (lãtrrê grratuítt) - entrada gratuita
Dica cultural: A maioria dos edifícios públicos e de escritórios particulares fecha nos feriados. Muitos locais de trabalho públicos ou privados não funcionam em agosto. Se um feriado cai numa quinta-feira, os franceses costumam faire le pont ("emendar"), ou seja, tiram a sexta-feira de folga para prolongar o fim de semana.
Conversação:
Vous ouvrez cet aprèsmidi? (Vu zuvrê cé taprré midí?) - Vocês abrem esta tarde?
Oui, mais nous fermons à quatre heures (Uí, mé nu ferrmõ á katrrérr) - Sim, mas fechamos às quatro horas
Vous avez un accès pour les fauteuils roulants? (Vuzavê ã akssé purr lê fôtéill rulã?) - Vocês têm acesso para cadeira de rodas?
Oui, il y a un ascenseur là-bas (Uí, ilhá ã nassãssérr la bá) - Sim, há um elevador ali
Merci, je voudrais quatre entrées (Merrcí, je vudré kattrrantrrê) - Obrigada. Eu gostaria de quatro entradas
Voilà, et le guide est gratuit (Vualá, e le guíd é grratuí) - Aqui estão. E o guia é grátis
"15 Minutos - Francês"
Autor: Caroline Lemoine
Editora: Publifolha
Páginas: 160
Quanto: R$ 44,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha