sexta-feira, 30 de maio de 2008

As novidades de Orlando !

Destino de 140 mil brasileiros por ano, Orlando e seus parques de diversão estão repletos de novidades

- Tudo é possível na terra da fantasia. Tudo. Até fazer parte da família Simpsons, entrar no colorido cenário de Toy Story e mergulhar com golfinhos. As novas e interativas atrações dos parques de Orlando são inacreditáveis, graças à tecnologia - e à criatividade. Não à toa, a cidade é sinônimo de férias: 140 mil brasileiros embarcam nessa viagem todos os anos.

No reino mágico de Walt Disney, o assunto é o Toy Story Mania. O brinquedo foi inspirado no longa-metragem da Disney-Pixar e inaugurado, na semana passada, no Disney''s Hollywood Studios (antigo MGM). Trata-se de um jogo virtual e tridimensional, no qual os visitantes entram numa imensa caixa de brinquedos - o quarto do Andy - e brincam com o caubói Woody, com o astronauta Buzz Lightyear e companhia.

Um Mr. Potato Head, ou Sr. Cabeça de Batata, de 1,5 metro de altura recebe os visitantes. Todos ganham óculos 3D antes de começar a brincadeira. Enquanto percorrem os cenários dos filmes em carrinhos sobre trilhos, os jogadores têm de mirar em alvos animados, usando os canhões de brinquedo que estão a bordo.


Os objetos virtuais que saem desses canhões são os mais inusitados: tortas, ovos, dardos, argolas e bolas de beisebol. A cada jogada, diferentes aromas perfumam o ambiente, para tornar a experiência ainda mais real.

Toda vez que marca pontos, o participante é parabenizado por seus personagens favoritos. Alvos escondidos aparecem de acordo com o desempenho de cada jogador e garantem pontos extras. Sim, Toy Story Mania é customizado e tem diferentes níveis. Coisas da tecnologia. Coisas da Disney.

SHOWS

Todas as novidades do ano estão concentradas no Disney''s Hollywood Studios - o parque, rebatizado em janeiro, passou por um processo de renovação. É lá que ocorre todos os dias, às 15 horas, o mais novo desfile alegórico, Block Party Bash. A parada reúne personagens da Disney-Pixar num show marcado por efeitos especiais. Woody e Buzz, de Toy Story, Mike e Sully, de Monstros S.A., e Flik e Atta, de Vida de Inseto, estão por lá.

São os famosos e verdes soldadinhos Green Army Men que chamam os visitantes para participar da festa. O desfile segue pela Hollywood Boulevard à medida que hits dos anos 1970, 1980 e 1990 estouram nas caixas de som. Dançarinos, acrobatas e homens de pernas de pau apresentam números com coreografias bem ensaiadas.

Ainda no Hollywood Studios, o Playhouse Disney-Live on Stage também é novidade. O show de 22 minutos é apresentado pelas estrelas de Mickey Mouse Clubhouse, Handy Manny, Pequenos Einsteins e de outros desenhos do Disney Channel. Com animações gráficas, músicas e dança, os artistas divertem o público infantil.

O QUE VEM POR AÍ

O Hollywood Studios prepara outra surpresa para o fim de 2008: American Idol. A atração, baseada no programa da televisão americana, sairá em busca de talentos pelo parque. Os visitantes poderão tanto cantar numa competição ao vivo quanto julgar os calouros. Tudo feito com o glamour da produção original.

Disney: disney.go.com

Tratado com respeito pelos grandes chefs, o purê mostra que vai além de uma guarnição
 
SÃO PAULO - Considerado por muito tempo um simples acompanhamento, ou mera guarnição, o purê (ou purée, caprichando no "u", pronunciado como "i") ganhou ares de grande prato gourmet quando o chef Joël Robuchon deu a ele a devida atenção. Com sua famosa receita, tratada como secreta até hoje (apesar de, abaixo, você encontrar boas pistas sobre a preparação), ele mostrou como porções generosas de manteiga poderiam dar às batatas uma dimensão de sabor muito além do trivial.


Você acha que pode resistir a um aligot?

Batata, mas também banana, mandioquinha...

Matéria-prima do clássico prato, a batata também é a estrela do aligot, uma deliciosa especialidade francesa, aqui revista e abrasileirada. Mas purê também se faz com banana, mandioca e mandioquinha. Já o de Joël Robuchon, tem muito creme e manteiga

Sucesso do purê começa na escolha das batatas: ela precisa ter bastante amido
Você não precisa preparar os quatro purês - batata, banana, mandioca e mandioquinha - ao mesmo tempo, como a Benê. Mas pode tentar seguir sua receita do trivial purê de batata, ou então de um outro, mais brasileiro e não menos saboroso. "O de banana, feito com banana-da-terra, típico do Espírito Santo, é um dos meus preferidos", diz a chef Benedita Ricardo, enquanto anda para lá e para cá em sua cozinha, de olho em quatro panelas. Benê preparou alguns dos purês mais apreciados no País - e, à exceção do de batata, bem menos freqüentes nos cardápios das casas. "É simples. Só não vá tentar fazer os quatro juntos, né?", brinca. Logo em seguida, baixa o tom de voz e diz: "Vou contar o segredinho do purê de batata: depois de cozinhar as batatas, quando estiverem desmanchando, você dá uma chacoalhada na panela, como se faz com a batata sauté. Tem que ter mão firme. Isso ajuda a dar consistência.

Para a conhecedora de ingredientes brasileiros, purê de batata tem deve ser feito com muita manteiga. Já no de mandioca, prefere usar azeite, acompanhado de bastante pimenta branca (que ela diz ser indispensável em quase todos os seus purês). O chef Raul Fuertes, da Casa Europa, provavelmente gostaria mais do de mandioca. O espanhol, assim como sua mulher, a chef Marina Moraes, prefere utilizar sempre azeite em seus purês.

Ele explica que, além do azeite de oliva, pode-se utilizar o de girassol acrescido de ervas: "Escolha as de sua preferência, coloque-as no azeite, misture e deixe confitando a 70°, durante uma hora". O purê com ervas é uma criação da dupla - indicado para quem quer "modernizar" a receita sem abrir mão das batatas.

O purê de banana, passo-a-passo

Cozinhar - Deixe 12 bananas cozinhando até rachar. "Não tem um tempo exato, você tem de espiar mesmo", diz Benê

Tirar sementes - Depois separe, em um pote, 100g de queijo ralado, 200g de creme de leite e 100g de manteiga

Misturar - Junte os ingredientes num processador ou liquidificador. "Só desligue quando tudo estiver agregado"

Servir - Ficou com cara de purê, é hora de comer. O de banana foi servido com os outros três que a chef preparou



RAUL FUERTES E MARINA MORAES
Maçã verde

Rendimento: 8 porções
Tempo: 1 hora
Nível: fácil

Ingredientes
1 kg de maçã verde

100g de manteiga

40g de açúcar

papel-alumínio

Preparo
Asse as maçãs no forno, com a manteiga e o açúcar a 170°C, cobertas com papel-alumínio, durante 30 minutos. Triture-as em um mixer ou liquidificador (na Casa Europa, os chefs Raul Fuentes e Mariana Moraes usam a máquina Thermomix). Leve ao fogo. Para finalizar, tempere com sal e pimenta branca moída. Passe por um coador e sirva.


RAUL FUERTES E MARINA MORAES
Batata com ervas


Rendimento: 5 porções
Tempo: 2 horas
Nível: fácil

Ingredientes

1 kg de batata asterix

300g de manteiga

200g de mix de ervas (alecrim, cerefólio, tomilho, manjericão e ceboulette)

50g de alho
100g de echalota

papel-alumínio

Preparo
Ponha as batatas para assar no forno a 200°C, cobertas com papel-alumínio, por 45 minutos. Tire a casca e passe no passador de purê. Deixe a manteiga em temperatura ambiente (pastosa) e misture com as batatas e as ervas, que devem estar picadas. Acompanha bem cordeiro ou frango.

Por e-mail, o chefe três estrelas Sébastien Bras, do restaurante Bras, em Laguiole, na França, deu sua receita e revelou o segredo de um bom aligot. Confira também a receita do purê de batata da chef Benedita Ricardo, a Benê.

Receita de aligot por Sébastien Bras

Ingredientes:
1 a 1,2 kg de batata
150 g de manteiga
150 g de creme de leite
300 ml de leite
300/400 g de tome fraîche
alho


Truques e astúcias:
É preferível usar batatas com polpa branca (variedade Beauvais)


O queijo tome deve estar em um grau de maturidade preciso para se obter um bom resultado. O Tome muito fresco não dará liga no purê de batata. E o Tome bem maturado vai deixar o aligot pesado. O tome ideal deve ter de 2 a 4 dias de maturação. Para testar, você deve furar um pedaço do queijo com um garfo previamente aquecido no fogo por 30, 40 segundos. Depois de quente se o queijo solta um fio que não se quebra ele está perfeito para ser usado.


Nossos antepassados coziam as batatas sem retirar a casca sobre as cinzas no fogo.


O Aligot
Faça um purê segundo a sua receita. Coloque manteiga e creme de leite (podemos trocar uma parte da manteiga por gordura de porco fundida). Corrigir o sal e a pimenta.

Esquente esse purê em uma panela e adicione o queijo tome cortado em finas lascas. Misturar com a ajuda de um espátula de madeira, sempre sobre o fogo. O tome vai se fundir progressivamente dando "liga" ao purê. Quando a mistura estiver homogênea, retificar eventualmente o tempero (na nossa região (Laguiole), nós gostamos de colocar um pouco de alho esmagado) Não prolongar o cozimento pois ele pode desestruturar o aligot.


Purê de batata da Benê



Ingredientes:
150ml de leite
1kg de batata inglesa
100g de manteiga
Pimenta branca moída, a gosto
Sal a gosto

Preparo:

Cozinhar a batata até que fique bem macia (verificar com um garfo), depois chacoalhar a panela (como se faz com a batata sauté), segurando com força. "Isso dá cremosidade à batata", explica a chef Benedita Ricardo. Adicione manteiga, misture. Ponha sal e pimenta, misture. Sirva.

Rendimento: 4 porções


Mas nem só de batatas vive o purê. Comida de conforto para a alma por excelência, ele é extremamente versátil. Sementes, grãos, tubérculos, frutas... tudo isso pode ir para a panela! Com a típica consistência e a característica textura, o purê se diferencia dos cremes, embora haja variações - o de maçã, por exemplo, ou apfelmus, como se diz na Alemanha, é menos pastoso.

Existe, afinal, uma fórmula? "Pode-se dizer que há três maneiras básicas de se fazer o purê: cozido e passado na peneira ou no passa-purê; assado e amassado com garfo; e batido em aparelhos, como o Thermomix (que aquece e tritura em altas temperaturas)", diz o chef espanhol Raul Fuertes que, com Marina Moraes, comanda a cozinha da Casa Europa (Al. Gabriel Monteiro da Silva, 726, 3088-3044). No restaurante, eles usam os três métodos, inclusive o Thermomix, e costumam assar as batatas. "Assim, ficam menos aguadas do que se fossem cozidas", diz Marina, explicando que, em meio às enormes possibilidades de ingredientes, é preciso ter parâmetros como a quantidade de amido. "Quanto mais amido tiver, maior a probabilidade de ficar bom."

O que dá a liga ao purê é a gordura. "Você pode usar manteiga, azeite ou ovo. Eu prefiro sempre o azeite, que é mais saudável e traz cremosidade", diz Fuertes. O catalão tem suas razões: "A manteiga e o creme de leite são a base dos molhos franceses, enquanto a Espanha é muito rica em azeite. Então, tento aproveitar nossos produtos."

Benedita Ricardo, a Benê, como boa mineira, prefere ficar fora da disputa. "Azeite ou manteiga, tanto faz", diz a chef. Ela revela como prepara purês, mostrando o passo-a-passo da receita capixaba de purê de banana-da-terra. O chef Eduardo Maya apresenta uma versão "minerim" do aligot, receita da região francesa de Auvergne. Sai o queijo cantal e entram o emmental e o canastra, com uma pitada de manteiga de garrafa. E já que o purê não é um, mas vários, vai descobrir ainda outras preparações e até produtos prontos - para quem quiser apenas aproveitar o feriado, em clima de preguiça.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ilha de Comandatuba, Costa do Sauípe, Sol, Mar...

O que torna a Ilha de Comandatuba um paraíso?




A Ilha de Comandatuba não é apenas mais um paraíso no extenso litoral da Bahia. Ela é o destino para quem aprecia belezas naturais sem abrir mão de conforto digno dos melhores resorts do mundo. Localizada no município de Una, a 75 km de Ilhéus, a ilha possui cerca de 21 km de praias. E em 50 mil metros quadrados está instalado o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, única opção de hospedagem do local.


O hotel conta com infra-estrutura que engloba um campo de golfe, cais para esportes náuticos, quatro restaurantes, diversos bares e, ainda, um aeroporto exclusivo, que recebe os vôos fretados.

Diversão

Para quem quer ação, não faltam opções de esporte e lazer. Além da piscina semi-olímpica, com raias e toboágua; há outra com 1,2 mil m², com recortes ovais margeados por coqueiros.



Campo de futebol, quadras de tênis, de squash e poli-esportivas também estão instaladas no resort. Quem prefere ficar com os pés na areia, há espaços para a prática de frescobol, vôlei de praia, windcar e mini-buggy em pista, para adultos e crianças.

Aos mais aventureiros são destinadas as modalidades de esportes náuticos, como o caiaque, jet-ski, banana boat, wakeboard e esqui-aquático. Já para a prática da pesca oceânica, o hotel disponibiliza monitores especializados.

Os jogadores de golfe, amantes ou profissionais, têm à disposição o Comandatuba Ocean Course, um campo com 18 buracos, localizado entre o mar e o mangue.

Natureza

As belezas naturais da ilha proporcionam ao turista atividades como a caminhada de 4,5 km pela praia com retorno, de escuna, pelo Canal de Comandatuba, e o passeio de lancha pelo manguezal em direção à Barra Norte, local onde o rio se encontra com o mar.

Com guias, é possível fazer observação de aves, praticar ecobike, e ainda visitar a Fazenda do Cacau e o Ecoparque de Una.

Para se livrar do estresse

      

Sem dúvida um dos principais objetivos de uma viagem é resgatar as energias que são gastas no dia-a-dia de trabalho. Para isso, nada melhor do que receber os cuidados dos profissionais de um spa. No Transamérica está instalado o Spa L'Occitane, que usa ingredientes típicos da Ilha de Comandatuba, como coco tropical e a lama do mangue.

Atividades para os pequenos

Enquanto os adultos aproveitam os tratamentos do spa ou se divertem em uma pesca ou partida de golfe, as crianças podem se divertir em áreas com atividades recreativas. Uma delas é a Casa do Tarzan, feita com brinquedos rústicos. Outra opção é a Casa das Crianças, que possui piscina infantil, sala de jogos, videoteca e sorveteria.

Há ainda a Comandaturma, um projeto que transmite ensinamentos de preservação do meio ambiente à criançada.

Onde ficar:
http://www.transamerica.com.br/lwp/br/htcomandatuba/

Quem leva:
www.cvc.com.br
 


Aproveite o sol e o calor da Costa do Sauípe



A Costa do Sauípe é um resort que oferece belezas naturais e diversas opções de lazer


Um paraíso construído no exuberante litoral baiano. Este é o cenário da Costa do Sauípe, um resort que aproveitou o que há de melhor na natureza do município de Mata de São João e usufruiu da tecnologia da construção civil para se tornar um lugar perfeito para relaxar e curtir as férias.

            

A Costa do Sauípe é um empreendimento, localizado a 76km do aeroporto de Salvador, composto por seis hotéis - Costa do Sauípe Convetions, Costa do Sauípe Suítes, Marriott Costa do Sauípe, Pestana Sauípe, Renaissance Costa do Sauípe e SuperClubs Breezes - que por si só já são suficientes para garantir tranqüilidade e conforto aos turistas.

Mas as atrações do lugar são inúmeras. O lazer é garantido pelos centros de tênis, de náutica, eqüestre, poliesportivo, campo de golfe e spa.


Além disso, há a Vila Nova da Praia que reúne bares, restaurantes, lojas, agências bancárias. É um mini-centro à disposição dos visitantes.

Toda a infra-estrutura, no entanto, não substitui as belezas da praia exclusiva. Inserida na Costa dos Coqueiros, litoral norte da Bahia, a Costa do Sauípe é um recanto privilegiado pelo sol. A temperatura média da região é de 27ºC.

          
A praia possui seis quilômetros de extensão. Neste território é possível apreciar as paisagens formadas pelos coqueiros e aproveitar para descansar na areia de cor bem clara e no mar que apresenta coloração azul-esverdeada.

Opções de lazer

Na Vila Nova da Praia acontecem shows de música e dança, apresentações de peças folclóricas e cultura baiana, além de oficinas de arte.

Campeonatos esportivos também têm espaço garantido nos centros da Costa do Sauípe. Dentre os mais conhecidos estão o Brasil Open de Tênis e o Circuito Brasileiro de Golfe. 

Prazeres gastronômicos

Quem não abre mão de boa comida, terá apenas uma dificuldade na Costa do Sauípe: escolher em qual restaurante ir. Além dos estabelecimentos que ficam nos seis hotéis da Costa, há bares e restaurantes espalhados pela Vila Nova da Praia.

Desde a típica culinária baiana até pratos da sofisticada cozinha internacional, você dificilmente não encontrará algo que agrade seu paladar.

- Restaurante Orixás Churrasco e Mar Restaurante
Especialidade: culinária baiana
Local: Marriott Costa do Sauípe
Horário: Aberto do meio-dia às 16h para o almoço e das 17h às 23h para o jantar

- Restaurante Tempero da Dadá
Especialidade: culinária baiana e frutos do mar. Oferece também café-da-manhã
Local: Vila Nova da Praia
Horário: das 7h à meia-noite

- Restaurante Café Mediterrâneo
Especialidade: culinária internacional e pizzas
Local: Renaissance
Horário: Aberto do meio-dia às 16h para o almoço e das 17 às 23h30 para o jantar

- Bar do Caranguejo
Especialidade: lanches e bebidas
Local: Vila Nova da Praia
Horário: das 9 às 17h

- Munasan
Especialidade: culinária japonesa
Local: Superclubs Breezes Costa do Sauípe
Horário: das 19 às 23h. Fecha às terças-feiras

A lista completa está no endereço: http://www.costadosauipe.com.br/br/oquefazer/gastronomia.php

Onde ficar

Conheça os seis hotéis da Costa do Sauípe.

- Costa do Sauípe Conventions
Site: http://www.costadosauipe.com.br/br/ondeficar/sofitel.php
Telefone: 0800-702 0203

- Costa do Sauípe Suítes
Site: http://www.costadosauipe.com.br/br/ondeficar/sofitelsuites.php
Telefone: 0800-702 0203

- Marriott
Site: http://hoteis.marriott.com.br/costa-do-sauipe-marriott-resort/
Telefone: (71) 2104-7000

- Pestana Sauípe
Conjunto formado por seis pousadas
Site: http://www.pestana.com/hotels/pt/hotels/southamerica/BahiaHotels/Sauipe/Home/
Telefones: (11) 3059-5192 e 0800-266332

- Renaissance
Site: http://hoteis.marriott.com.br/renaissance-costa-do-sauipe/
Telefone: (71) 2104-7300

- SuperClubs Breezes
Site: http://www.superclubsbrasil.com/brand_breezes/resort_brazil/index.asp
Telefone: 0800-7043210

Também é possível conhecer a Costa do Sauípe sem estar hospedado em nenhum dos locais acima citados. Você pode adquirir o Day Pass da Costa do Sauípe. Com esse "passaporte" é possível usufruir da praia, dos centros esportivos e das atrações da Vila Nova da Praia.

Não é necessário fazer reservas. No entanto, em períodos de grandes procura, como no Reveillon e Carnaval, o Day Pass pode ser suspenso, por isso vale a pena ligar antes para o seguinte telefone: 0800-702-0203.

Como chegar:
De Salvador, deve-se seguir pela Linha Verde (rodovia BA-099), sentido norte, até o Km 74, onde se localiza a portaria principal do complexo Costa do Sauípe.

É possível fazer esse percurso por meio de um ônibus que sai do Aeroporto Internacional de Salvador. Há uma equipe de atendentes e uma sala vip exclusiva para os hóspedes da Costa.

Mais informações:
www.costadosauipe.com.br

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Santa Marta é um paraíso a ser descoberto no Caribe Colombiano

Praias tranqüilas são marca registrada na costa de Santa Marta

Que tal relaxar em um lugar onde o verão está presente nos 365 dias do ano? Deitar sobre uma areia branca e vislumbrar águas cristalinas de encher os olhos? Santa Marta, ao norte do Caribe Colombiano, é um desses paraísos perdidos na América.

      


Capital do departamento de Magdalena, Santa Marta é hoje uma importante cidade portuária, com população de cerca de 500 mil habitantes, conhecida por suas praias e pela Sierra Nevada de Santa Marta, que possui a montanha mais alta do mundo à beira-mar.

A cidade é a nova aposta colombiana para atrair turistas brasileiros e promete se transformar em um point no verão 2007. Santa Marta tem ambiente tranqüilo, é rodeada de exuberante vegetação tropical e belas praias.

                        

Para os que procuram inacreditáveis paisagens e cultura, a cidade que já recebeu piratas no passado também tem seu lado histórico muito rico, pois preserva jóias da arquitetura colonial e construções de 1525.

Nos arredores da cidade, há povoados típicos de pescadores como Tangana e o extraordinário Parque Nacional Natural Tayrona, onde a Serra Nevada de Santa Marta se encontra com o mar formando enseadas rodeadas por uma exuberante vegetação e ruínas arqueológicas de antigas cidades de pedra como o Pueblito.

As noites em Santa Marta reservam um clima mais ameno em relação ao dia, cerca dos 30ºC, e uma brisa do mar que inspira o visitante a caminhar pela praia.

                          

Atrações e passeios:
Quinta de San Pedro Alejandrino
Trata-se de um complexo de casas e jardins que abrigaram o revolucionário Simon Bolívar em seus últimos dias de vida. Hoje, o local serve de museu e conta boa parte da história da região.

Serra Nevada
A Serra Nevada de Santa Marta guarda um parque nacional com rochedos que se encontram com o mar e proporcionam uma visão inacreditável das montanhas colombianas. A serra também recebe amantes do ecoturismo, pois seus 17 mil metros quadrados são preservados até os dias de hoje.

Catedral de Santa Marta
A catedral de Santa Marta merece uma visita demorada. Sua história começa no século 17, quando as primeiras pedras foram dispostas para a construção do templo. Muito se fez no final do século 18 para que a catedral chegasse ao que é hoje: um local rico em história da colonização espanhola.

Parque Nacional Natural Tayrona
O Parque Tayrona, ao norte de Santa Marta, foi declarado parque nacional em 1964, quando seus 15 mil hectares foram reconhecidos por sua variedade de fauna e flora. Muitos dos caminhos do parque desembocam no mar, proporcionando paisagens maravilhosas.

Vilarejo de Taganga
Comprar peixe fresco ou mesmo pescar junto aos habitantes desse vilarejo pode ser uma ótima opção. Taganga ainda oferece passeios de scuba e caminhadas pela Praia Grande.

Cidade Perdida
A Cidade Perdida fica nas montanhas de Santa Marta e foi casa da tribo Tayrona entre os séculos 11 e 14. Maior que Machu Pichhu, a região foi descoberta e assaltada em 1970, mas ainda é possível visitar suas ruínas.

Para saber mais:
O site da Embaixada da Colômbia no Brasil oferece mapas e tudo sobre o país no endereço http://www.embcol.org.br

O site Caribe Colombiano (http://www.caribecolombiano.com.br) tem fotos e tudo sobre turismo na Colômbia.

Quem leva:
Eden Tours
Tel.: (11) 3258-1133, (21) 2719-1312
www.edentours.com.br

Flot Operadora
Tel.: (11) 4504-4500, (51) 3395-2085
www.flot.com.br

Marsans Operadora
Tel.: (11) 2163-6888, (21) 2106-7455
www.marsans.com.br

Nascimento Turismo
Tel: (11) 3156-9900, (13 ) 3228-9900
www.nascimento.com.br

New Age Tour
Tel: (11) 3138-4888, (21) 2509¿4291
www.newage.tur.br

Onde ficar:
Decameron Galeon - www.decameron.com
Santamar - www.hotelsantamar.com
Irotama - www.irotama.com
Zuana Beach - www.zuana.com.co

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Paris !

          Conhecer e Viver Paris é uma experiência inexplicável....

              




Se você estiver em Paris à noite, especialmente durante o Natal e o Ano Novo, não será difícil entender o motivo da expressão "cidade luz". A iluminação enche os olhos de todos que por lá passam. Mas não é só a luminosidade que é abundante na cidade. A arquitetura exala beleza e a programação cultural é intensa. Veja ao lado dicas de museus e informações sobre os principais pontos turísticos da cidade.

             
O ideal seria percorrer Paris a pé para não perder absolutamente nada. Mas isso não é possível. Então, escolha roteiros que você possa cumprir. Visite a Torre Eiffel e os jardins e espelhos d¿água do Trocadeiro, na Île de la Cite vá até a catedral de Notre Dame, imperdível, e desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, que remetem ao Império Romano. Depois, siga até a Sainte Chapelle, no Palais de Justice, uma linda capela transformada em museu.

A Bastilha, onde ficava a prisão política do império francês, vale uma visita. A queda da Bastilha, ocorrida dia 14 de Julho de 1789, é o principal feriado francês. Já o Cemitério do Père Lachaise é, possivelmente, o mais importante do mundo. Nele, estão os túmulos de Jim Morrison, Balzac, Molière, Proust, Oscar Wilde, Irmãos Lumiére, La Fontaine, Chopin, Edith Piaf, Allan Kardec, Sarah Bernhardt e muitos outros. O local é visitado por turistas e amantes de História, Artes e Arquitetura.

A Grand Bibliotèque de France é um lindo prédio de vidro, que teve sua construção muito criticada por deixar que a luz do sol estrague os livros. Um sistema de tapumes foi criado depois de sua inauguração para evitar a destruição das obras. O prédio vale uma visita.

O bairro Le Marais, que faz parte do patrimônio histórico da Unesco, era uma área boêmia de artistas e hoje abriga uma animada comunidade gay. Já o Quartier Latin, no lado direito do rio Sena, ainda reúne estudantes e intelectuais. Passear pelos bulevares Saint Michel e Saint Germain, cheios de bistrôs e cafés, é uma experiência agradabilíssima.

Ainda no Quartier Latin encontra-se a Sorbonne, uma das mais respeitadas universidades do mundo, e o Panthéon, construído na época de Luís XV como Igreja de Santa Genoveva e nacionalizado em 1791 como sepultura dos "Grandes Homens". O monumento abriga nomes como Napoleão, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola entre outros.

Já o bairro de Septième é o exato oposto, onde encontra-se a burguesia parisiense, consulados, a École Militaire, o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão, e a sede mundial da Unesco. Um local interessante, também com outra proposta, é La Defense, uma área futurística criada por multinacionais francesas onde está o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, e outras esculturas.

Antes de deixar Paris, pegue um trem e vá até Versailles, sede da corte francesa de Luís 15 e um dos palácios mais ricos do mundo. O local dá uma idéia do refinamento e do luxo da elite na França pré-revolucionária.
 
A gastronomia francesa

Juntamente com a cozinha italiana, a culinária francesa é uma das mais conhecidas e respeitadas em todo o mundo. Mesmo que você nunca tenha participado de um banquete francês, conhece a elegância e a sofisticação dos pratos criados no país.

Desde o século XVII, época em que a França já era uma das primeiras potências européias em riqueza e política externa, a nobreza começou a renovar os gostos, as práticas culinárias e modos à mesa com a ajuda de experientes cozinheiros. No século XIX, textos revelam que a Revolução Francesa não mudou muito a gastronomia. No final do mesmo século, uma nova clientela freqüentava esses restaurantes em busca do luxo que, até então, estava reservado às mesas dos ricos.

Mas o que foi exatamente esta revolução? A nobreza, imitando seu rei, Luís XIV, procurava distinguir-se do povo e das outras nobrezas européias. O desejo por refinamento provocou o abandono dos sabores herdados da cozinha da Idade Média.

Os cozinheiros reduziram o uso das especiarias, que já não eram consideradas produtos de luxo, pararam de misturar doce com salgado e deixaram o sabor agridoce de lado. Os chefs dos séculos XVII e XVIII privilegiaram o cozimento, preservando o sabor das carnes e estimulando o desenvolvimento de um abate de boa qualidade. Além disso, exigiam legumes frescos. Em outras palavras, a nova francesa privilegiava os sabores naturais e não os dos temperos.

A nobreza também refinou seus modos à mesa. No final do século XVII e no início do XVIII ocorre a individualização do serviço de mesa, com um conjunto de peças (como louças e talheres) para cada pessoa, o que representava uma ruptura com os hábitos medievais, quando as pessoas serviam-se com as mãos em pratos comuns.

Atualmente, os modismos estão bastante presentes na culinária atual. Alternam-se os valores consagrados com experiências regionais e a paixão por sabores exóticos. Resumindo, os franceses gostam de elaborar sua culinária, o que gera um rico repertório gastronômico.


Os vinhos da França

A chamada bebida dos deuses chega ao nível de arte no território francês. Ao longo dos séculos, houve a constante preocupação de aumentar a qualidade do vinho através de meios físicos (vinhedos com melhores uvas) e de novas técnicas de produção.

O período contemporâneo tem sido marcado, tanto na França quanto em outros países, por um interesse cada vez maior pelo vinho. Entre as causas, estão a melhora de sua qualidade e a comprovação de que uma taça de vinho por dia faz bem à saúde.

Os vinhos de mesa são os antigos "vinhos de consumo corrente " ou "vinhos comuns ", com grau alcoólico mínimo de 8,5% vol. Os vinhos tintos são os mais apreciados. Representavam apenas 43% da produção nacional em 1950 e hoje chegam a mais de 70%. A maior parte do mercado de vinho (80%) encontra-se na Europa. A França representa 25% das trocas comerciais. Na produção francesa, 35 milhões de garrafas são consumidas no país e 15 milhões são exportadas. Dois terços das exportações destinam-se aos países da União Européia. O outro terço é enviado para os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e a Suíça.
 

Tudo para a sua viagem

Visto
Os brasileiros que desejam visitar a França só precisam do passaporte com validade de seis meses a contar da data do embarque. Para períodos superiores a três meses de permanência no país é necessário visto, bem como para viajar aos Departamentos e Territórios de Ultramar. Consulte sua agência de viagem ou organismos oficiais franceses no Brasil:

Embaixada da França:
Brasília - (0 xx 61) 312.9100

Consulados:
Recife - (0 xx 81) 3465.3290
Rio de Janeiro - (0 xx 21) 2210.1272
São Paulo (0 xx 11) 3371-5400

Menores de 18 anos viajando desacompanhados devem estar munidos de uma autorização para sair do país de origem assinada pelos pais.

Nenhuma vacina é exigida para quem viaja à França.

Documentos
Ao estar no território francês, tenha sempre consigo seus documentos. Eles poderão ser checados pela polícia nas ruas ou requisitados quando você estiver ao volante.

Dirigir no país requer carteira de habilitação (carteira de habilitação internacional para pessoas que não são originárias da Comunidade Européia).

Se você vier à França com um automóvel estrangeiro, poderá circular livremente durante 6 meses, desde que os documentos do veículo estejam em ordem e o seguro em dia.

Alfândega
A Comunidade Européia não limita o número de compras pessoais (exceto em se tratando de veículos novos ou compras por correspondência). No entanto, não é possível comprar mais de 800 unidades de cigarro, 90 litros de vinho ou 10 litros de bebidas de maior teor alcoólico, como uísques. Turistas não pertencentes à Comunidade Européia deverão declarar as mercadorias que levam à França além de terem que pagar as devidas taxas de importação sobre objetos cujo valor ultrapassem 175 ¿. Algumas mercadorias são proibidas ou submetidas à formalidades como, por exemplo, entorpecentes, armas, plantas, etc...

Viajantes que entrarem ou saírem da França com uma quantia em dinheiro superior a 7600 ¿ deverão fazer uma declaração na alfândega. O serviço aduaneiro em Paris atende pelo telefone +33 (0) 825 308 263 ou pelo site www.finances.gouv.fr/douanes.

Hospedagem
São várias as opções. Hotéis, residências turísticas, apartamentos e casas para alugar, albergues, hospedarias, pousadas, campings, quartos em casas de famílias e até castelos particulares com quartos para hóspedes. Existem cerca de 17,5 mil hotéis e pousadas na França classificados em cinco níveis indicados por estrelas

A maioria dos hotéis franceses cobra o café da manhã à parte. Mas se o objetivo for gastar pouco, a França conta com 9 mil campings classificados entre 0 e 4 estrelas, além de 2,3 mil fazendas que alugam espaço para campistas. O Guia Oficial de Camping está à venda em livrarias e bancas de jornal.

O acampamento selvagem é permitido desde que o proprietário da área autorize, mas é terminantemente proibido nas praias, na beira das estradas e nos locais classificados como patrimônio histórico.

Em cidades grandes como Paris é possível alugar apartamentos para curtas temporadas por meio de agências especializadas. Os Escritórios de Turismo ou as agências imobiliárias ajudam na busca.

Há também os flats, prédios de apartamentos mobiliados e equipados para locação e que dispõem de serviço hoteleiro. Mais detalhes podem ser obtidos no site do Sindicato Nacional de Residências de Turismo ( www.snrt.fr Os albergues da juventude conciliam preço baixo e conforto básico. O acesso a este tipo de acomodação é reservado para os associados de la Fédération Unie des Auberges de Jeunesse (FUAJ, filiado a rede Hostelling International). Os preços variam. Em Paris, o preço da noite sem o café da manhã vai de 7 euros à 12.20 euros e, com café da manhã incluído, a partir de 18.50 euros.

Seguros - nova regra para entrar na França
Estrangeiro que deseja entrar na França tem a obrigação de aderir a um seguro que cobre as despesas médicas e hospitalares, incluindo a ajuda social, resultante da assistência que ele poderia necessitar durante sua estada. O seguro é no valor de contrato de 30 mil euros.

O estrangeiro dispensado de visto de curta estada que for abordado pela polícia poderá ser expulso do território francês caso não apresente o atestado de seguro. Busque mais informações na embaixada ( www.france.org.br).

Taxa de estadia
Durante sua permanência em qualquer cidade francesa será cobrada uma taxa de estadia. Ela é fixada pela prefeitura de cada município e pode variar entre 0,15 a 1,07 ¿ por pessoa e por dia, dependendo do padrão do local onde você se hospedar. A tava é recolhida pelo proprietário do hotel ou agência imobiliária e estará incluída no preço da diária.

Dados Gerais da França
Clima: temperado e bastante agradável. São quatro as zonas climáticas do país. A oeste do eixo Bayonne-Lille, o clima oceânico e úmido garante verões bastante frescos. O clima semi-continetal tem invernos rigorosos e verões quentes na Alsácia, Lorena, ao longo do "corredor" formado pelo rio Rhône e nas regiões montanhosas, Alpes, Pirineus e Massivo Central. O clima intermediário tem invernos frios e verões quentes ao norte, na região parisiense e na região central. Já o clima mediterrâneo apresenta invernos amenos e verões agradavelmente quentes no sul da França.

Fuso Horário: a hora legal na França corresponde a GMT (Greenwich Meridian Time) + 1. Entre o último domingo do mês de março e o último domingo do mês de outubro, ela passa a ser GMT + 2 devido ao horário de verão.

Comunicações: é fácil ligar da França para o Brasil a cobrar. Disque o número da Embratel (0800 990 055) e peça a chamada em português. Para telefonar da França para o exterior digite 00 + o código do país + o código da cidade + o número do telefone. Para telefonar de um país estrangeiro para a França, digite ++ 33 e em seguida os 9 números do telefone desejado (sem o 0 que aparece antes de todos os números de telefone da França). Exemplo : ++ 33 1 42 96 70 00.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Vilas Francesas


O franco, que deixou de circular no final de fevereiro de 2002, voltou a ser utilizado em dois vilarejos na França.

A iniciativa tem o objetivo de estimular o comércio local, em um momento em que o consumo registra quedas no país devido à alta dos preços, sobretudo dos alimentos.

Mais de seis anos após a entrada em circulação da moeda única européia (o euro), muitos franceses ainda guardam em casa notas de francos, que podem ser trocadas por euros até janeiro de 2012.

Segundo dados do Banco Central da França, ainda existem cerca de 41 milhões de notas de francos, de diferentes valores, que não foram recolhidas.

No entanto, ao contrário das notas, as moedas de franco francês não podem mais ser trocadas e por isso não são aceitas pelos comerciantes. Os clientes que pagam com notas de francos recebem o troco em euros.

Ir às compras

A decisão de voltar a utilizar o franco recebeu sinal verde do Banco Central da França e das câmaras de Comércio e Indústria das duas localidades, como forma de aquecer a economia com as notas antigas que estão guardadas.

Em Bû, vilarejo de 1.800 habitantes na região de L'Eure et L'Oir, ao sudoeste de Paris, a operação deveria durar apenas um mês. Mas, diante do sucesso entre os moradores, a idéia foi prorrogada até agosto, informou a prefeitura da cidade.

Muitos estão aproveitando para pagar restaurantes, cabeleireiros e fazer compras em geral. Os moradores dizem que têm a sensação de gastar sem que isso altere seus orçamentos mensais.

Em Collobrières, na região da Provença, os 1.700 habitantes poderão utilizar o franco francês até o final do ano.

Os comerciantes da cidade afirmam ter ficado surpresos com a quantidade de francos ainda guardados em casa pela população. "Nosso objetivo é estimular as vendas", diz Nathalie Lepelletier, presidente da associação comercial da cidade e proprietária de uma padaria.

Ela afirma já ter recebido mais de 30 mil francos (4,5 mil euros) desde o começo da iniciativa, no final de abril.

No ano passado, o franco também voltou a ser utilizado na cidade de Le Blanc, situada a 330 km de Paris. Os comerciantes receberam 300 mil francos (cerca de 46 mil euros).

O franco foi criado em 1360 e se chamava na época "franco a cavalo". Antes do euro, a última reforma monetária sofrida pela França havia sido em 1958, quando o general Charles de Gaulle cortou dois zeros da moeda, estabelecendo que um franco passaria a valer 100 francos antigos.

Até hoje, muitos franceses fazem cálculos em francos no momento de fazer compras.



Abadia de Saint-Michel, na França, completa 1.300 anos

No dia 1º de maio, completam-se 1.300 anos da fundação do santuário sobre o monte Tombe, na Normandia, norte da França. Fundado em 708, o templo foi sacramentado em 709, quando recebeu o nome de Mont Saint-Michel.

Para celebrar a data, a abadia recebe, ao longo deste ano e no começo do ano que vem, programação de mostras, concertos e colóquios. De maio a setembro, a exposição "Entre Terra e Céu: o Mont Saint-Michel e as Montanhas Sagradas do Mundo" reúne fotos de Jean-Michel Guillaud. De outubro a dezembro, haverá a mostra "Olhares Sobre o Mont Saint-Michel", e, de 29/9 a 3/ 10, um colóquio debate as representações do local e de são Miguel Arcanjo na literatura e nas artes. O calendário está no site da Maison de la France (www.franceguide.com.br).

Ilha

Um dos aspectos que atrai visitantes a Saint-Michel é que, duas vezes ao dia, ele fica cercado pelas águas do rio Couesnon. No entanto, desde 1879, registra-se o depósito de sedimentos -com isso, no lugar da água azul do rio, o morro fica cercado de lama. No ano que vem, será concluída a construção de um sistema que fará a remoção regular desses sedimentos, garantindo que a igreja fique com seu aspecto insular.

MONT SAINT-MICHEL
De 21/5 a 31/10, das 9h às 18h; de 1º/9 a 30/4, das 9h30 às 17h. Ingresso: 8,50 euros
http://mont-saint-michel.monuments-nationaux.fr




França tem 27 restaurantes "três estrelas" segundo o Guia Michelin

Após a promoção do "La Côte Saint-Jacques" em Joigny e do "l'Espérance" em Saint-Père-sous-Vezelay, os dois em Yonne (sudeste de Paris), a França conta, agora, com 27 restaurantes "três estrelas", segundo a edição 2004 do Guia Michelin.

Dez restaurantes três estrelas ficam em Paris:

- "Le Cinq", 8o "arrondissement", distrito (2003)
- "Ledoyen", 8o distrito (2002)
- "Guy Savoy", 17o distrito (2002)
- "Le grand Véfour" (Guy Martin), 1o distrito (2000)
- "Pierre Gagnaire", 8o distrito (1998)
- "Alain Ducasse" (1997, 16o, depois em 2001, 8o)
- "L'Arpège" (Alain Passard), 7o (1996)
- "Lucas Carton" (Alain Senderens), 8o (1986)
- "L'Ambroisie" (Bernard Pacaud), 4o (1988)
- "Taillevent" (Jean-Claude Vrinat), 8o (1973)

Em Mônaco:
- Le Louis XV (2003)

Há outros 16 na província:
- "La Côte Saint-Jacques" em Joigny (Yonne) (2004)
- "L'Espérance" em Saint-Père-sous-Vézelay (Yonne) (2004)
- "Les Loges de l'Aubergade", em Puymerol (Lot-et-Garonne) (2004)
- "L'Arnsbourg" em Untermuhlthal (Moselle) (2002)
- "La Ferme de mon père" (Marc Veyrat) em Megève (Haute-Savoie) (2001)
- "Michel Bras" em Laguiole (Aveyron) (1999)
- "Le Jardin des Sens" (Les frères Pourcel) em Montpellier (1998)
- "L'Auberge de l'Eridan" (Marc Veyrat) em Veyrier-du-Lac (Haute-Savoie) (1995)
- "Le Buerehiesel" (Antoine Westermann) em Estrasburgo (1994)
- "La Côte-d'Or" (Bernard Loiseau) em Saulieu (1991)
- "La Mère Blanc" (Georges Blanc) em Vonnas (Ain) (1981)
- "Lameloise" (Jacques Lameloise) em Chagny (Saône-et Loire) (1979)
- "Les Prés d'Eugénie" (Michel Guérard) em Eugénie-les-Bains (Landes) (1977)
- "Troisgros" (Pierre et Michel Troisgros) em Roanne (Loire) (1968)
- "L'Auberge de l'Ill" (Marc et Paul Haeberlin) em Illhaeusern (Haut-Rhin) 1967)
- "Paul Bocuse" em Collonges-au-Mont-d'Or (Rhône) (1965)



Guia divide Paris por interesses com praticidade

A França é o país mais visitado do mundo. Somente em 2006, acolheu 78 milhões de turistas, de acordo com o instituto francês responsável pelas estatísticas, o Insee. O Museu do Louvre e a Torre Eiffel, na capital Paris, são os locais mais visitados. Mas a cidade guarda outros tesouros e atrações para gente de todos os gostos e idades.


"[Pequeno e completo, o guia é perfeito para conhecer Paris"
O guia "Rough Guide Directions O Melhor de Paris" da Publifolha mostra justamente os passeios que ninguém pode perder na capital francesa, com dicas ilustradas, rápidas e práticas. Também divide a cidade por interesses, indicando passeios para crianças, os melhores museus, as igrejas mais belas, os bistrôs mais charmosos e pontos turísticos para gays e lésbicas, entre outros.

Para quem não está habituado com o sistema de arrondissements que divide a capital francesa, as dicas com base geográfica e recheadas de mapas ajudam a ter um melhor senso de localização e explorar bem os arredores para os que querem simplesmente tentar conhecer tudo. Os arrondissements são como bairros, que seguem o desenvolvimento da cidade em quase anéis, circular e cuja numeração segue em um sentido.

O guia ainda traz dicas de hospedagem, de viagem, índice remissivo, cronologia para compreender melhor a história da capital francesa e um guia com frases e sua respectiva pronúncia em francês. Bon voyage.

"Rough Guide Directions O Melhor de Paris"
Autor: Ruth Blackmore e James McConnachie
Editora: Publifolha
Páginas: 240
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha



Conjuntura ideal e receita perfeita dão forma a Paris

A frase já foi atribuída a Oscar Wilde, a Ezra Pound ou mesmo a Ernest Hemingway. "Quando um mau americano morre, ele vai para o inferno. Mas quando morre um bom americano, ele vai para Paris."

A boutade reflete o antigo e assombroso apego que as pessoas ainda hoje sentem pela capital francesa. Não que as pedras de Paris (www.franceguide.com) tenham mais história que as de Roma ou de Jerusalém. Nem que ela seja enfeitada por riquezas como as de Praga ou São Petesburgo.

Mas é simples entender historicamente a atração que Paris exerce. O turismo nasceu na segunda metade do século 19. Era, na época, uma atividade reservada às burguesias oligárquicas com bom lastro cultural e poder aquisitivo maior ainda.


Vista sob o Arco do Triunfo parisiense, que alude às vitórias da França; conjuntura explica atração que cidade exerce
Pois bem: Paris representava, então, a capital cultural da Europa, com seus museus, óperas, galerias e escritores. E já tinha o maior número mundial de estabelecimentos do comércio de luxo: o local para quem procurava cultura e compras.

Some-se a isso o fato de Paris ser belíssima. Não foi por mero acaso. A França sempre foi um país geográfica e politicamente centralizado. Não tinha suas riquezas espalhadas por capitais provinciais como a Espanha, a Alemanha ou a Itália. Quase tudo que há de belo se concentra no eixo Paris-Versalhes.

Além disso, o Estado francês foi invariavelmente forte. Ele tomava decisões de planejamento, sem levar prioritariamente em conta as ambições urbanísticas do mercado.

Foi então que o Estado desenhou a cidade em seus atuais contornos --os grandes bulevares, as praças simétricas e floridas, os grandes parques como Vincennes e Boulogne-- por obra e graça de um prefeito autoritário, o barão Georges Haussmann (1809-1891), homenzarrão de 1,90 m que acabou com as ruelas medievais e estreitas, onde revolucionários de três revoluções daquela época se isolavam por detrás de barricadas e atiravam contra a polícia e o Exército.

Por opção estética ou por contingência (não existia ainda elevador, e os prédios deveriam ter no máximo seis andares), a cidade se uniformizou em seu gabarito e visual. A mão-de-obra barata permitia que as fachadas fossem feitas de pedra esculpida. A grande concessão ao mercado foi a entrega da construção dos edifícios aos bancos, que já tinham como clientela os burgueses que, por sua vez, comprariam seus apartamentos e desfrutariam do conforto de um urbanismo, para a época revolucionário.

Em resumo, Paris foi mais ou menos como um bolo em que os ingredientes chegaram na hora certa e encontraram o forno na temperatura apropriada.

Cidade relativamente pequena, com pouco mais de 2 milhões de habitantes e em forma de um ovo deitado, com 12 km entre seus pontos extremos, Paris é ainda atravessada por um rio, o Sena, via de transporte que no passado a abastecia de alimentos, tecidos, temperos e vinhos. A chegada da estrada de ferro (uma lei de 1841), fez da França uma espécie de rosa-dos-ventos na qual tudo convergia para a capital.

História

Dentro desse privilegiado perímetro histórico e geográfico, dá para entender o palácio do Louvre, descendente de um castelo medieval que abrigava o rei e que ainda no Antigo Regime, antes da Revolução Francesa, de 1789, já abrigava obras de arte que o público poderia visitar. Dá para entender o Quartier Latin (bairro latino, idioma do ensino universitário), em que surgiu há 800 anos a Sorbonne, onde os jesuítas exerceram sua ditatorial ortodoxia. Dá para entender Notre Dame, a catedral que data da mesma época e que recebe 12,5 milhões de turistas ao ano.

Isso tudo tem uma história mais antiga que a Antigüidade. Os primeiros vestígios de presença humana datam de 40 mil anos. Já era uma cidade importante quando Júlio César a conquistou dos gauleses em 52 a.C.

Chamava-se Lutécia. Da época ainda existem as termas de Cluny, na esquina dos bulevares Saint-Germain e Saint-Michel (há ali um lindo museu de arte medieval), ou as arenas desenterradas pelos arqueólogos a alguns quarteirões dali.

Uniformidade

Paris cresceu e se enriqueceu devagarinho. Não houve um período de decadência histórica ou econômica. Isso deu a ela uma certa uniformidade na datação sucessiva de seus monumentos. E, bem mais recentemente, ela não chegou a ser danificada pelas duas últimas guerras mundiais. Suas pedras foram preservadas.

A França é hoje um país bastante rico. E a partir de 1977 a cidade tem um prefeito eleito --antes era administrada pelo governo central--, que canalizou o dinheiro dos impostos para embelezá-la ainda mais, já que não é preciso construir escolas ou suprir necessidades básicas. Os jardins recebem novas plantas floridas três ou quatro vezes entre a primavera e o outono. Não há buraco nas ruas. E uma lei obriga a limpeza das fachadas, com desconto no IPTU do proprietário.

E a torre Eiffel? Construída para a Exposição Universal de 1889, com 325 m de altura, ela não é --pasmem!-- uma unanimidade. Muitos franceses a consideram feia, de mau gosto. Coisa de novo rico. Mas para os turistas ela virou um forte símbolo. Paciência para os que não gostam. O fato é que, ao se andar por Paris, a gente tropeça em dezenas de símbolos. É provável que nenhuma cidade do mundo possa se dar ao luxo de ter tantos símbolos assim.

Veja vocabulário básico em francês para viagem

Faz parte da cultura francesa cumprimentar a família e os amigos com beijos no rosto. O número de beijos varia de dois a quatro. Por exemplo: no sul, costuma-se dar três beijos; na Bretanha, só dois. Em situações mais formais, o cumprimento normal é um aperto de mão.


Os franceses costumam cumprimentar as pessoas colocando monsieur ("senhor"), madame ("senhora") ou mademoiselle (senhorita) antes do sobrenome delas.

As dicas fazem parte do primeiro capítulo do livro "15 Minutos Francês", da Publifolha, que se destina a quem pretende aprender um idioma de forma rápida fácil e eficaz.

O método consiste em exercícios ilustrados divididos em 60 aulas temáticas de 15 minutos cada uma, que devem ser estudadas ao longo de 12 semanas. Atende quem quer começar a aprender um idioma e quem quer apenas reforçar seus conhecimentos.

Além de francês também estão disponíveis livros que ensinam inglês, espanhol e italiano. Nos 2 CDs de áudio que acompanham os livros, o leitor pode acompanhar o texto e aprimorar sua pronúncia ouvindo estrangeiros nativos.

Os livros da série "15 Minutos" abordam situações cotidianas como conhecer pessoas, pedir comida e se locomover, além de temas relacionados a negócios como marcar compromissos e agendar viagens e praticam o vocabulário básico da língua.

Ao final, oferecem um cardápio de termos culinários comuns em cada região e um minidicionário bilíngüe. Além do francês, também estão disponíveis livros que ensinam : alemão, chinês, espanhol, inglês, italiano e japonês.

Acompanhe trechos de alguns capítulos do livro e aprenda a palavras e frases úteis:


Memorize
Bonjour (Bõ _jurr_) - Bom dia
Bonsoir / bonne nuit (Bõssu _árr_ /bón nuí) - Boa tarde / Boa noite
Je m'appelle Jean (Je ma péll _ jan_) - Meu nome é Jean
Enchanté (homem) ou enchantée (mulher) (Anchant _ê_) - Prazer em conhecê-lo(a)
Au revoir (Orrvu _árr_) - Até logo
À bientôt ( Á biant _ ô_) - Até breve
À demain ( Á demã) - Até amanhã
Merci beaucoup ( Merrci bo _cu_) - Muito obrigado(a)

Vouloir - Querer
Nesta aula você vai aprender o tempo presente de um verbo essencial na conversação do dia-a-dia vouloir (querer), assim como uma frase cortês e útil, je voudrais (eu gostaria). Lembre-se de usar esta expressão ao pedir alguma coisa, pois je veux (eu quero) talvez soe um pouco rude.

Pratique estas frases:
je veux (je vê) - eu quero
tu veux (ti vê) - tu queres/você quer(informal)
il/elle veut (ill/ell vê) - ele/ela quer
nous voulons (nu vulõ) - nós queremos
vous voulez (vu vulê) - vós quereis/o(a) senhor(a) quer
ils/elles veulent (ill/ell vele) - eles/elas querem
Tu veux du vin? (Ti vê di vã?) - Você quer vinho? (informal)
Elle veut une nouvelle voiture (Ell vê in nuvéll vuatírr) - Ela quer um carro novo
Nous voulons aller en vacances (Nu vulõzalê ã vacãce) - Nós queremos tirar férias

Dica de linguagem: Em francês, para dizer "um pouco de" coloca-se de antes do substantivo. E o de combina com le, la ou les para produzir du (masculino), de la (feminino) ou des (plural), como em du café, de la confiture e des citrons ("limões"). Se a frase é negativa, use apenas de: Il n'y a pas de café. Do mesmo modo, à combina com le, la ou les para produzir au (masculino), à la (feminino) e aux (plural).

Pedidos formais: Para fazer um pedido formal, usa-se a forma je voudrais (eu gostaria), em vez de je veux (eu quero).
Eu gostaria de uma cerveja, por favor - Je voudrais une bière, s'il vous plaît (Je vudré in biérr, sill vu plé)
Eu gostaria de uma mesa para hoje à noite - Je voudrais une table pour ce soir (Je vudré in tábll purr ce suárr)
Eu gostaria de ver o cardápio - Je voudrais la carte (Je vudré la kárrt)

Le tourisme - Turismo
A maioria dos museus nacionais fecha às terças-feiras e nos feriados. Embora as lojas normalmente fechem aos domingos, nas áreas turísticas muitas delas ficam abertas no fim de semana. Principalmente em regiões rurais, as lojas e os edifícios públicos costumam fechar na hora do almoço.

Memorize:
le guide (le guíd) - guia
l'entrée (lãtrrê) - entrada, bilhete
les heures d'ouverture (lezérr duvérrtirr) - horário de funcionamento
le jour férié (le jurr ferriê) - feriado
l'entrée gratuite (lãtrrê grratuítt) - entrada gratuita

Dica cultural: A maioria dos edifícios públicos e de escritórios particulares fecha nos feriados. Muitos locais de trabalho públicos ou privados não funcionam em agosto. Se um feriado cai numa quinta-feira, os franceses costumam faire le pont ("emendar"), ou seja, tiram a sexta-feira de folga para prolongar o fim de semana.

Conversação:
Vous ouvrez cet aprèsmidi? (Vu zuvrê cé taprré midí?) - Vocês abrem esta tarde?
Oui, mais nous fermons à quatre heures (Uí, mé nu ferrmõ á katrrérr) - Sim, mas fechamos às quatro horas
Vous avez un accès pour les fauteuils roulants? (Vuzavê ã akssé purr lê fôtéill rulã?) - Vocês têm acesso para cadeira de rodas?
Oui, il y a un ascenseur là-bas (Uí, ilhá ã nassãssérr la bá) - Sim, há um elevador ali
Merci, je voudrais quatre entrées (Merrcí, je vudré kattrrantrrê) - Obrigada. Eu gostaria de quatro entradas
Voilà, et le guide est gratuit (Vualá, e le guíd é grratuí) - Aqui estão. E o guia é grátis

"15 Minutos - Francês"
Autor: Caroline Lemoine
Editora: Publifolha
Páginas: 160
Quanto: R$ 44,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Gostoso.....

São Miguel do Gostoso é uma praia com enorme apelo no nome e com uma beleza exuberante. Linda enseada de águas claras e mornas, dunas de areias muito brancas, lagoas e uma localização estratégica, bem na esquina do Brasil. Por tudo isso, a praia atrai cada vez mais turistas do País e do exterior, além de se tornar point para quem quer viver em um lugar mais que especial. São Miguel do Gostoso é cosmopolita a seu modo. Ali moram suíços, alemães, italianos, franceses e "estrangeiros" de muitas partes do Brasil.

         
Por causa dessa generosidade da natureza, São Miguel do Gostoso está se tornando um dos principais locais do Brasil para a prática de wind e kitesurfe. A partir do meio-dia, quando o vento sopra com mais intensidade, surgem dezenas de velas e pipas (dos kits) coloridas que deslizam velozmente sobre as águas tranqüilas da Ponta do Santo Cristo. O kitesurf tem atraído turistas estrangeiros - especialmente italianos - para a temporada de vento e mar em São Miguel do Gostoso. Duas escolas de kit, ambas italianas, atraem esportistas de várias partes do mundo para aprenderem a "voar" nas águas locais.
        
Mas a região não é um destino apenas para aqueles que gostam de esportes radicais. Sua imensa enseada é perfeita para longas caminhadas de descobertas - em cada curva, uma nova praia, novos cenários, fortes emoções. Ponta do Santo Cristo, Cardeiro, Xepa, Maceió, Rapadura - as praias vão surgindo nesta ordem, cada uma com uma história diferente para contar. Um pouco mais distante, Tourinho (linda, imperdível), Morros e a do Marco.
             
Você ainda tem dúvidas de que, além da curiosidade do nome, esta é uma das praias mais gostosas do País? Então arrisque-se a conhecê-la e você vai comprovar que a natureza foi extremamente generosa com esta região. Se isso não bastasse, a criatividade dos seus primeiros habitantes foi igualmente fértil ao batizá-la com o nome de São Miguel do Gostoso. Nesta praia, até por causa da originalidade do nome, a criatividade brota como grãos de areia. "Aqui se faz Gostoso", diz a placa na entrada da cidade.